FAQs

  1. O que é CFTV ?
  2. O que são frames por segundo ?
  3. Quais os benefícios que CFTV traz ?
  4. O que é o Sistema de CFTV digital ?
  5. Qual parte do CFTV é digital ?
  6. O que é Biometria ?
  7. Como funciona a autenticação biométrica ?
  8. O que é registro de domínio ?
  9. O que é hospedagem de site ?
  10. O que é documentos eletrônicos?
  11. O que é criptografia ?
  12. O que é assinatura digital?
  13. O que é certificação digital?

 

 

1 - O que é CFTV?

CFTV (Circuito Fechado de Televisão) é um sistema fechado de televisão que distribui sinais provenientes de câmeras localizadas em um local específico, para um ponto de supervisão pré-determinado.

 

O sistema de CFTV não é aplicado somente com o propósito de segurança e vigilância, também é utilizado em outros campos como laboratórios de pesquisa, em escolas ou empresas privadas, na área médica, assim como nas linhas de produção de fábricas.

 

2 - O que são frames por segundo

FPS indica a quantidade de quadros que serão transmitidos a cada segundo (30 quadros representa tempo real, dificilmente atingido na prática). Então em um sistema de 120 FPS para 16 canais, teremos 7,5 FPS por canal, o que nos dará a impressão de a imagem estar robotizada ou então picada, com perda de quadros. Caso seja conectado somente 4 câmeras teremos 30fps, dando impressão de tempo real. Quando o sistema for 120 FPS para 4 canais ou 960 FPS para 32 canais, teremos 30 FPS por canal, independente de quantos canais conectarmos, então não teremos perda na qualidade de imagem. Concluímos então que quanto maior o número de quadros, melhor será a visualização da imagem e maior será o custo do sistema.



 

3 - Quais os benefícios que CFTV traz?

Comodidade - Através do sistema de CFTV pode-se monitorar sons e imagens de lugares distantes, sem a necessidade de um segurança para cumprir a ronda diurna / noturna de um determinado local. O sistema de câmeras pode detectar presenças automaticamente, e visualizar imagens noturnas que às vezes passam despercebidas ao olho humano.

Segurança - A solução permite monitorar vários lugares ao mesmo tempo, sem a necessidade de deslocamento físico e abandono de posto de trabalho para cobrir áreas distantes. Alguns sistemas disponibilizam visualização via Internet que proporciona o monitoramento de qualquer lugar do mundo, aumentando a segurança.

Tecnologia - Com a tecnologia em expansão, os sistemas de monitoramento ficaram cada vez mais fáceis de instalar, configurar e gerenciar. Em CFTV é possível determinar áreas e regiões a ser monitoradas através da Internet de qualquer lugar do mundo, enviar alertas de movimento para celular, enviar e-mail com pequenas fotos ou vídeos quando detectado movimento pela câmera.



 

4 - O que é o Sistema de CFTV digital ?

Comodidade - Através do sistema de CFTV pode-se monitorar sons e imagens de lugares distantes, sem a necessidade de um segurança para cumprir a ronda diurna / noturna de um determinado local. O sistema de câmeras pode detectar presenças automaticamente, e visualizar imagens noturnas que às vezes passam despercebidas ao olho humano.



 

5 - Qual parte do CFTV é digital?

O bloco de captação é formado pelo conjunto lente e câmera, que converte a luz refletida na cena em sinais elétricos que através dos meios de transmissão (cabos coaxiais, par trançado, fibra, RF, etc) são encaminhados ao bloco de processamento de vídeo, que pode ser um Quad, seqüencial, mux, placa de captura, DVR, etc. Após o bloco de processamento de vídeo temos o
bloco de gravação que normalmente nos sistemas analógicos é uma unidade separada (time-lapse), já nos sistemas digitais quase sempre é parte integrante do processamento (DVR ou Placa de Captura). Por ultimo, temos a interface de visualização e controle, ou seja, onde teremos a visualização das imagens e controle do sistema (monitor, mouse, interface). Estes blocos básicos estão presentes em praticamente todos os sistemas de CFTV, sejam
analógicos ou digitais. Porem, quando tratamos de sistemas analógicos começamos a encontrar algumas limitações críticas, como baixa capacidade de processamento, menor resolução, pouco tempo de gravação, impossibilidade de expansão, e principalmente a ausência de acesso remoto. Desta forma o sistema de CFTV fica órfão em termos de flexibilidade e recursos. Veremos então que em CFTV existiu um principio no processamento de imagem, o qual foi iniciado pelas próprias câmeras. Abordaremos então toda a introdução da
tecnologia e seu principio. Onde especificaremos suas características e funcionalidades

 

6 - O que é Biometria ?

Biometria é uma ciência de identificação baseada na medição precisa de traços biológicos. Utiliza as características exclusivas de cada pessoa, para permitir o controle de acesso físico, virtual e ao comércio eletrônico, validando e identificando usuários.Hoje, existem vários aparelhos biométricos que são utilizados para o reconhecimento de características humanas. Ambientes que exigem alta segurança vêm utilizando biometria para controle e acesso. Esta tecnologia proporciona aos usuários do mundo digital, um extraordinário controle sobre as transações efetuadas e confiança irrestrita nas informações obtidas.Segundo o dicionário Aurélio, biometria é o ramo da ciência que estuda a mensuração dos seres vivos.

Mas por que todos estão falando em biometria relacionada à Tecnologia da Informação?
Porque do ponto de vista da segurança, biometria significa a verificação da identidade de uma pessoa através de uma característica única inerente a essa pessoa. Essa característica pessoal pode ser tanto fisiológica (como uma impressão digital ou características faciais) ou comportamental (como a assinatura manuscrita ou uma amostra de voz). Deste modo, a biometria pode ser utilizada, por exemplo, para autenticação de usuários em uma rede de computadores.


 

7 - Como funciona a autenticação biométrica ?

Numa segunda fase, para que um usuário tenha acesso ao sistema, é preciso que ele apresente sua característica biométrica, que será comparada ao padrão que foi registrado no banco de dados. A coincidência entre o padrão gravado e o coletado em tempo real raramente será perfeita. O sistema pode ser configurado para ser mais ou menos tolerante, para minimizar o número de rejeições indevidas e impedir que um falso usuário obtenha acesso.

 

Impressão digital: requer um dispositivo capaz de capturar, com um bom grau de precisão, os traços que definem a impressão dos dedos, além de um programa que trate a imagem capturada e faça o reconhecimento da digital.

 

- Reconhecimento da face: o software de reconhecimento registra vários pontos delimitadores na face, capazes de definir proporções, distâncias, tamanhos e formas de cada elemento do rosto, como olhos, nariz, queixo, maçãs do rosto, orelhas, etc.

Identificação pela íris: O padrão da íris do olho humano (a parte colorida dos olhos, em torno da pupila) guarda uma imagem muito complexa e, assim como a impressão digital, é única em cada pessoa.

 

- Identificação da retina: Esse método é semelhante ao da íris. A retina é a parte do fundo do olho, uma camada interna composta por vasos sangüíneos que desenham um padrão único e pessoal.

 

- Reconhecimento da voz: O programa de identificação faz uma análise dos padrões harmônicos e não simplesmente uma comparação entre reproduções de uma mesma fala.

 


 

8 - O que é registro de domínio?

Domínio é um nome que facilita o acesso a um site na Internet. Sem este recurso, teríamos que digitar longas sequências númericas, como 72.29.92.231, para acessar um site.

Exemplo de domínios:
www.axs.com.br
www.google.com.br

O registro de domínio junto ao órgão competente é uma das etapas do projeto de criação de sites, realizado pela nossa equipe técnica, após a escolha do cliente e verificação de disponibilidade.

Quando se registra um domínio, paga-se pela utilização do mesmo pelo período de 1 ano no mínimo. No ano subsequente, para manter o registro é necessário pagar novamente a taxa.


9 - O que é hospedagem de site?

É um serviço que fornece um espaço para armazenamento de páginas de websites, arquivos, fotos e banco de dados em um servidor conectado a Internet, permitindo que as pessoas acessem seu site a qualquer momento. A hospedagem ainda provê os serviços de e-mail do site, proteção contra invasões de hackers e outros recursos.



 


10 - O que é documentos eletrônicos?

O documento eletrônico pode ser entendido como a representação de um fato concretizada por meio de um computador e armazenado em formato específico (organização singular de bits e bytes), capaz de ser traduzido ou apreendido pelos sentidos mediante o emprego de programa (software) apropriado. A partir do conjunto normativo aplicável e mesmo das considerações acerca da materialidade do documento são encontradas duas correntes jurídicas quanto à existência e validade dos chamados documentos eletrônicos. Uma delas, sustenta a impossibilidade jurídica do documento eletrônico. A outra, admite a existência e a validade dos documentos eletrônicos. Esta última desdobra-se em duas vertentes: a que admite o documento eletrônico como realidade jurídica válida por si e a que somente aceita o documento eletrônico com o atendimento de certos requisitos, dada a sua volatilidade e a ausência de traço personalíssimo de seu autor.



 


11 - O que é criptografia?

Atualmente existem dois tipos de criptografia: a simétrica e a de chave pública. A criptografia simétrica realiza a cifragem e a decifragem de uma informação através de algoritmos que utilizam a mesma chave, garantindo sigilo na transmissão e armazenamento de dados. Como a mesma chave deve ser utilizada na cifragem e na decifragem, a chave deve ser compartilhada entre quem cifra e quem decifra os dados. O processo de compartilhar uma chave é conhecido como troca de chaves. A troca de chaves deve ser feita de forma segura, uma vez que todos que conhecem a chave podem decifrar a informação cifrada ou mesmo reproduzir uma informação cifrada.
Os algoritmos de chave pública operam com duas chaves distintas: chave privada e chave pública. Essas chaves são geradas simultaneamente e são relacionadas entre si, o que possibilita que a operação executada por uma seja revertida pela outra. A chave privada deve ser mantida em sigilo e protegida por quem gerou as chaves. A chave pública é disponibilizada e tornada acessível a qualquer indivíduo que deseja se comunicar com o proprietário da chave privada correspondente.

 



 


12 - O que é assinatura digital?

O mesmo método de autenticação dos algoritmos de criptografia de chave pública operando em conjunto com uma função resumo, também conhecido como função de hash, é chamada de assinatura digital. O resumo criptográfico é o resultado retornado por uma função de hash. Este pode ser comparado a uma impressão digital, pois cada documento possui um valor único de resumo e até mesmo uma pequena alteração no documento, como a inserção de um espaço em branco, resulta em um resumo completamente diferente. A vantagem da utilização de resumos criptográficos no processo de autenticação é o aumento de desempenho, pois os algoritmos de criptografia assimétrica são muito lentos. A submissão de resumos criptográficos ao processo de cifragem com a chave privada reduz o tempo de operação para gerar uma assinatura por serem os resumos, em geral, muito menores que o documento em si. Assim, consomem um tempo baixo e uniforme, independente do tamanho do documento a ser assinado. Na assinatura digital, o documento não sofre qualquer alteração e o hash cifrado com a chave privada é anexado ao documento. Para comprovar uma assinatura digital é necessário inicialmente realizar duas operações: calcular o resumo criptográfico do documento e decifrar a assinatura com a chave pública do signatário. Se forem iguais, a assinatura está correta, o que significa que foi gerada pela chave privada corresponde à chave pública utilizada na verificação e que o documento está íntegro. Caso sejam diferentes, a assinatura está incorreta, o que significa que pode ter havido alterações no documento ou na assinatura pública.



 


13 - O que é certificação digital?

Um Certificado Digital normalmente apresenta as seguintes informações:
- nome da pessoa ou entidade a ser associada à chave pública
- período de validade do certificado
- chave pública
- nome e assinatura da entidade que assinou o certificado
- número de série.

Um exemplo comum do uso de certificados digitais é o serviço bancário provido via Internet. Os bancos possuem certificado para autenticar-se perante o cliente, assegurando que o acesso está realmente ocorrendo com o servidor do banco. E o cliente, ao solicitar
um serviço, como por exemplo, acesso ao saldo da conta corrente, pode utilizar o seu certificado para autenticar-se perante o banco.
Serviços governamentais também têm sido implantados para suportar transações eletrônicas utilizando certificação digital, visando proporcionar aos cidadãos benefícios como agilidade nas transações, redução da burocracia, redução de custos, satisfação do usuário, entre outros.



 

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